sábado, 21 de maio de 2011

Cuidando da Lucratividade - Parte III

Nesta terceira parte da série Cuidando da Lucratividade falaremos a respeito da redução de gastos com despesas e custos. De que maneira você pode obter mais lucro sem precisar investir em coisas que não são valorizadas pelo seu paciente.

Como já falamos para obter lucro não se pode dar muitos descontos e nem realizar tratamentos a qualquer custo. São essas ações que não darão certo e com certeza te deixarão no prejuízo. Atender bem e executar belos tratamentos é uma arte que deve ser dominada com muita sabedoria.

Cortando despesas
Investir em seu produto/serviço muitas vezes pode ser um chamativo a mais, que resulta em um aumento significativo nas "vendas" ou podem lhe causar um enorme prejuízo. É necessário saber de que maneira fazer tais investimentos e se a demanda em seu consultório aumentará com isso....

Para elaborar o preço de um produto/serviço é necessário colocar na ponta do lápis todos os gastos. Instrumental, funcionários, transporte, aluguel do ponto, material, seu conhecimento técnico, enfim, tudo o que é preciso para fazer um tratamento. Lembre-se: nada se vende sozinho, sempre precisa de um empurrãozinho.

Agora que você já sabe o quanto gastou na produção é chegado o momento de começar a cortar as despesas desnecessárias. Veja se tudo o que foi investido na produção é de extrema importância. Se isso agregará mais ao produto final (seu tratamento).

De acordo com Roberto Assef, diretor da Lucre Consultoria em Lucratividade e professor dos cursos de pós-graduação em gestão empresarial e marketing no IBMEC e FGV, antes de mais nada, empresários(Dentista) precisam entender do seu negócio.

“Muitos, no meio do processo, acabam fazendo coisas que não agregam valor algum”, explica Assef.

Completando, ao perceberem tamanho prejuízo começam a fazer cortes, sem saber ao certo o que estão fazendo. Não se pode simplesmente, do nada, cortar determinadas coisas. Vamos analisar, se o seu paciente já está acostumado com determinado padrão de atendimento, por exemplo, se você faz uma alteração radical, isso pode ser prejudicial, gera perda de identidade.

O ideal é saber aquilo que é mais valorizado pelo seu paciente, se realmente o que você está oferecendo, além do produto/serviço, faz a diferença.

“Todos os custos que não implicam em aumento do valor percebido pelo paciente devem ser reduzido”, afirmou Assef.

Muitas vezes você acaba investindo tanto em coisas que são pouco valorizadas pelo mercado que acaba perdendo o paciente. De que maneira? Por que você irá repassar a ele o preço do que foi investido, com isso ele pode deixar de comprar o seu produto/serviço. Pense nisso.

Em nosso próximo artigo falaremos a respeito de estratégias e objetivos. Não perca.

Bons Sorrisos!  :)

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